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A Polónia fica no centro da Europa. O país tem uma história rica, cidades encantadoras e uma maravilhosa natureza. Os viajantes vão encontrar modernidade na sua capital Varsóvia e história na meridional Cracóvia. Cracóvia é também a capital da região sul que tem o nome "Malopolska": Pequena Polónia. Nas fronteiras com a Eslováquia e a Ucrânia, encontram-se cumes agrestes e vales das montanhas Tatra. O pico mais alto é o Monte Rysy com 2.499 metros. A linha costeira a norte contém o porto marítimo de Gdansk. Ao longo da praia há inúmeros "resorts", enquanto que se encontram, mais para o interior, lagos e florestas com aldeias e castelos medievais. Uma das regiões magníficas da Polónia fica no nordeste. Na Mazuria existem mais de dois mil lagos interligados por canais e rios e rodeados de colinas e florestas.
Celtas, Bálticos, Hunos e várias tribos germânicas emigraram no período neolítico, cerca de 2000 AC, para a região que é hoje conhecida por Polónia. Nos princípios da Idade Média, os eslavos ocidentais chegaram à planície entre os rios Odra e Wisla. Estes povos chamavam-se "Polanos": povo da planície
Em 966 DC, o duque Mieszko I converteu-se ao cristianismo e, por este facto, foi reconhecido por Roma como lorde da Polónia. A Igreja espalhou a sua fé na Polónia a partir do ano 1000. O filho de Mieszko, Boleslaw o Bravo, tornou-se o primeiro rei da Polónia. Fez de Poznan a capital. Quando em 1038 os Cavaleiros Teutónicos e Tártaros iniciaram um período de perturbação e conquista, o trono foi instalado em Cracóvia. No século XIII esta cidade foi invadiada por saqueadores tártaros.
Em 1333, o império foi recuperado sob o domínio de Kazimiers III Wielki (isto é, o Grande). A Polónia floresceu durante esse período. No entanto, o rei teve apenas herdeiras e a dinastia terminou em 1370 com quem a iniciou. O casamento entre a sobrinha de Kazimierz e o Grão Duque da Latvia criou um reino poderoso que se estendeu do Ma rBáltico ao Mar Negro. Em 1569, a Polónia e a Latvia ficaram oficialmente unidas num só estado. Ambas partes se mantiveram unidas até ao século XVIII.
A Renascença do século XVI deu novos impulsos à arte e à ciência. O polaco Mikolaj Kopernik, que se tornou conhecido por Nicolau Copérnico, ocupou-se de uma nova teoria heliocêntrica do sistema solar.
O século XVI também trouxe o final da dinastia jagielloniana. A partir daí o rei era escolhido pelo parlamento. Muitos dos reis seguintes eram estrangeiros, porque a aristocracia governante mantinha a ideia que podiam dominar os reis estrangeiros. Nos finais deste século, um dos sucessores transferiu a capital para Varsóvia
Durante o século XVII, suecos, russos, prussianos e austríacos lutaram entre si pelo território polaco. Apesar da divisão do país em três partes, o sentimento nacionalista reacendeu-se desde finais do século XVIII até meados do século XIX. O período romântico dessa época fez florescer as artes tradicionais. E como reacção, desencadearam-se revoltas para expulsar os ocupantes.
Em 1919, foi assinado o Tratado de Versailles que reconheceu a Polónia como um estado soberano. No entanto, isto não trouxe a paz à Polónia. O exército fez o seu melhor para reconquistar o território anterior aos russos. Esta situação terminou num acordo no qual a Polónia recuperava as cidades de Lviv e Vilnius. Não muito depois, em 1939, a Alemanha nazi invadia a cidade polaca de Gdansk o que veio a desencadear a Segunda Guerra Mundial. Os polacos sofreram grandes tormentos. Um quinto da população morreu durante esta guerra. O campo de extermínio perto da cidade polaca de Auschwitz ainda nos recorda o milhão e meio de judeus, ciganos e outros povos que morreram aí.
Após a Segunda Guerra Mundial, a Polónia ficou sob o domínio soviético. Os polacos nunca aceitaram este destino. No final dos anos oitenta do século XX, o presidente russo Mikhail Gorbachev autorizou a pesquisa de novas opções para o povo polaco. Isto resultou em novos eleições, em 1989, nas quais os comunistas não ganharam um único lugar e tiveram de se retirar. Este foi a primeira pedra de dominó a cair e, em seguida, entraram em colapso os restantes regimes comunistas na Europa. Em 1999, a Polónia aderiu à NATO. Desde Maio de 2004 que o país é membro da União Europeia.
Durante séculos a Polónia manteve-se um país misto com uma grande variedade de povos. Judeus, alemães e ucranianos consideravam a Polónia a sua terra. A Segunda Guerra Mundial mudou tudo isto e a população polaca hoje é constituída basicamente por polacos. Mais de metade dos 39 milhões de habitantes vive nas cidades. Varsóvia, a oriente, não só é a capital do país mas também a maior cidade. Outras importantes cidades são, por exemplo, Lódz, Cracóvia e Poznan. A vida numa cidade polaca é comparável a de muitas cidades ocidentais. Nas zonas rurais, no entanto, os papéis tradicionais ainda são importantes: aqui os laços familiares fortes ainda persistem.
A população polaca émuito activa na esfera religiosa. Após o colapso do comunismo, as igrejas encheram-se de novo. Mais de oitenta por cento dos polacos são católicos-romanos. O Papa João Paulo II, falecido em 2007, iniciou a sua vida como o polaco Karol Woytiula. Muitos polacos se orgulham do seu compatriota. Por outro lado, a popularidade da Igreja na Polónia esfuma a separação entre igreja e estado. Há uma tal influência nos partidos políticos e sociedade que muitos polaco sreagem contra a instituição religiosa.
Durante quatro décadas o comunismo manteve a Polónia sob o seu domínio. Em 1990, o partido comunista foi dissolvido e foi eleito o primeiro presidente democrático, Lech Walesa. Os primeiros dez anos após o colapso do comunismo foram instáveis e marcados por crises políticas. Contudo, durante este período conturbado desenvolveram-se na Polónia uma boa economia de mercado e uma democracia estável. Em 1990, a economia foi descentralizada. Os governos locais ganharam mais poder.Do ponto de vista administrativo, a Polónia é constituída por dezasseis províncias. Em 1999, a concretização de uma democracia e uma economia de mercado levou à adesão à NATO
Actualmente o presidente polaco é directamente eleito pelo povo por um período de cinco anos. O presidente designa o primeiro-ministro. O parlamento polaco é constituído por uma Câmara Comum (Sejm) com 460 lugares, e uma Câmara de Lordes (Senat) com 100 membros. O presidente tem poder relativo. Ele ou ela podem demitir o parlamento e ordenar novas eleições. Além disto, o presidente tem o direito de veto.
O passado comunista deixou a Polónia com uma quantidade substancial de dívidas. Após a era comunista, o país começou gradualmente a transformar-se de uma sociedade principalmente agrícola num país industrializado. A partir da segunda metade do século passado, a economia cresceu incessamente. A indústria do carvão e do aço mantêm-se sob o controle do estado. O país é rico em minérios como, por exemplo, carvão mas as minas polacas já não são rentáveis, razão pela qual foram fechadas. Ao mesmo tempo, a Polónia desenvolveu rapidamente (mais rápido do que qualquer outro país do bloco de leste) uma economia de mercado livre nos anos noventa do século XX.
Mais de sessenta por cento dos polacos trabalham no sector privado. Nas zonas urbanas a taxa de desemprego tende a ser muito baixa. Nas áreas rurais, pelo contrário, um quarto da população pode estar desempregada.O sector agrícola produz principalmente cererais, batatas e beterraba doce. As zonas industriais estão localizadas sobretudo no sul. Lódz, Varsóvia e Poznan são as cidades industriais mais importantes. O sector turístico tem vindo também a crescer nos últimos vinte anos.
A Polónia cobre mais de 313 mil quilómetros quadrados. O país tem o Mar Báltico a norte e está rodeado por seis países europeus orientais e a Alemanha. Lituânia, Belarus e Ucrânia, Eslováquia e República Checa fazem fronteira com a Polónia. Ao longo da costa há dunas e lagos. No nordeste do país o número de lagos atinge o seu máximo. O distrito do Lago Mazurian é conhecido como a "Terra dos Mil Lagos". Estes remontam ao período após a era do gelo e apenas são superados em número pelos lagos da Finlândia. Na parte oriental do país, na fronteira com Belarus, fica outra bela região. No Parque Nacional Bialowieza pode-se atravessar a única selva virgem existente na Europa. Esta é uma floresta de terras baixas com lobos, linces e os castores vivem sob carvalhos centenários.
Das terras baixas a oriente chega-se ao sul onde se elevam duas montanhas: as Montanhas Sudeten e os Cárpatos. Os picos das montanhas Tatra fazem parte dos Cárpatos que chegam à Eslováquia. Entre o mar no norte e as montanhas no sul, está uma vasta paisagem atravessada por vários rios. Os dois maiores são o Wisla e o Oder.
Um clima continental moderado é influenciado pelo clima marítimo do norte. Esta combinação torna o tempo bastante imprevisível,com provável neve nas montanhas até Abril ou meados de Maio, mas também agradáveis primaveras e suaves outonos. Os verões são geralmente com sol e muito calor no interior, embora também possa chover muitíssimo em Junho. Novembro e Dezembro têm muitos dias cinzentos com chuva e nevoeiro. Durante os invernos severos, a Polónia fica coberta por uma espessa camada de neve e os rios ficam gelados.
As estradas na Polónia estão em estado razoável. A rede viária é considerada um dos obstáculos ao desenvolvimento económico do país. Fazem-se, por isso, muitos investimentos na extensão da rede. O limite máximo de velocidade é 130 km/h nas auto-estradas. Em estradas de duas ou quatro faixas pode-se conduzir a 110 km/h, 90 km/h nas estradas rurais. Dentro das zonas urbanas, os condutores devem limitar a velocidade a 60km/h. Placas com fundo branco assinalam estas áreas.
Uma extensa rede ferroviária liga as cidades polacas entre si e com os países vizinhos. Cidades como Gdansk, Cracóvia e Varsóvia têm ligação directa com Berlim. Os combóios internacionais de e para a Polónia são conhecidos pelo risco de roubo. Quase todos os combóios têm primeira e segunda classe. As estações principais chamam-se gnówny.
Também se pode viajar pela Polónia de autocarro. Há rede rodoviária local e internacional de e para a Polónia. Geralmente, o meio de transporte mais conveniente para viajar na Polónia é o combóio. No entanto, nas cidades o autocarro é muito confortável.
Há doze aeroportos para aviação civil. O Aeroporto de Varsóvia, Aeroporto de Cracóvia Balice e o Aeroporto de Gdansk são três dos aeroportos com voos regulares.
Quem quer viajar para a Suécia pode igualmente tomar o ferry em Gdansk.
A refeição mais importante do dia é feita entre as duas e as cinco horas da tarde. Frequentemente se inicia com uma sopa. A cozinha polaca é uma mistura de influências: as culturas judaica, ucraniana e russa, além da alemã e húngara, todas deixaram a sua marca.
Batatas e carne - principalmente porco - são ingredientes muito usados. Um prato típico é o bigos, que consiste em chucrute enriquecido com vários tipos de carne. Também o pierogi e o barszcz são muito populares. O primeiro é uma espécie de massa recheada com queijo, carne picada ou cogumelos.O segundo prato é a variante polaca da borscht russa, a famosa sopa de beterraba.
Além da comida polaca há a wódka, a bebida nacional. Está dispon´velem várias tipos e sabores. Outras bebidas típicas são krupnik, sliwowica e winiak.
A hora na Polónia é GMT/UTC+ 1. Nos finais de Março, o relógio adianta uma hora. Nos finais de Setembro, regressa à hora anterior.
Em geral, as cidades polacas oferecem uma vasta gama de hotéis. Os viajantes podem alojar-se tanto em ambientes modernos e luxuosos como em hotéis antigos, acolhedores ou modestos. Os preços variam de acordo com a temporada (alta ou baixa). Será aconselhável ver o quarto antecipadamente pois o lobby pode contrastar drasticamente com os quartos.
Há muitos albergues na Polónia. Durante a temporada alta, existem mais albergues abertos do que fora de temporada. Os albergues que estão sempre abertos oferecem mais serviços, tais como cozinha e salas de refeições. A maioria dos albergues são acessíveis para todas as idades.
A maioria dos parques de campismo não só têm lugar para tendas e caravanas, como também oferecem pequenas cabanas para alojamento. Entre Maio e Setembro, os parques estão geralmente abertos ao público.
Os turistas que fazem caminhadas nas montanhas podem descansar em cabanas. O seu aspecto é simples mas o ambiente é acolhedor e quente. Refeições quentes são servidas bastante frequentemente. Em zonas remotas é oferecido alojamento aos excursionistas. Isto pode resultar em cabanas muito cheias. Em princípio, todas as cabanas estão permanentemente abertas. Há informação disponível na Associação de Tursimo Polaco (PTTK).
Nas cidades e campo encontra-se oferta de alojamento por parte de particulares. Nas cidades, os turistas são frequentemente abordados na rua por proprietários.Fora da cidade as casas têm palcas que dizem pakoje "quarto", ou noclegi "alojamento".
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